25 dic. 2016

Libros del PNLD 2017

Por culpa de la MP 746 ha sido eliminada de tajo la posibilidad de que los alumnos brasileños puedan estudiar español en los años finales de la enseñanza fundamental (sexto a noveno grado).

Es lamentable, y por eso me duele bastante tener que hacer este comentario sobre los libros de español aprobados para el PNLD 2017 para ese segmento de enseñanza.

El mercado y los esfuerzos de las editoras deben haberse enfriado con ese jarro de agua fría que se les ha echado encima. Así y todo, creo que vale la pena que los profesores analicen las colecciones de español recomendadas en la Guia del PNLD 2017 y las tendencias que se observan en ellas.

Fueron tres las obras de español aprobadas:



Entre líneas (código 0077P17102) (Editora Saraiva Educação, 1ª edição - 2015)
autoras: Ana Beatriz Mesquita, Luiza Martins y Rosemeire Silva
http://pnld.editorasaraiva.com.br/obra/entre-lineas/

Por el mundo en español (código 0099P17102) (Editora Ática, 1ª edição - 2015)
autores: Alice Moraes, Diego Vargas, Flávia Paixão y Marina Martins
http://pnld.aticascipione.com.br/obra/por-el-mundo-en-espanol/

Cercanía (código 0110P17102) (Editora SM, 3ª edição - 2015)
autoras: Ana Luiza Couto, Ludmila Coimbra y Luíza Santana Chaves
http://pnld.edicoessm.com.br/cercania-espanhol

¿Por qué recomiendo que, aun así,  los profesores en formación inicial o continuada deberían estudiar lo que se dice sobre esas obras en la Guia do PNLD  dándole una mirada al contenido y estructura de cada colección?

Porque puede ser que esas obras las puedan ver y utilizar en otros contextos de enseñanza, pero también, porque al analizar los materiales didácticos se podrá percibir cómo cambian y avanzan y cuáles son las tendencias actuales en la producción de ese tipo de obras.

De esa forma, además de los comentarios específicos dedicados a cada colección, me parece muy conveniente que se vean las tendencias de las obras (página 14 de la guía) y los comentarios que están entre las páginas 24 y 32 para que se conozca más sobre la organización, el contenido y las propuestas de trabajo en general que aparecen en ellas.

No dejen de visitar también los hotsites de cada colección pinchando en los enlaces correspondientes que aparecen aquí arriba para que puedan ver algunas unidades de muestra y otras informaciones importantes.

Referencias:

BRASIL.  Ministério da Educação. PNLD 2017: língua estrangeira moderna: espanhol e inglês. Ensino Fundamental Anos Finais. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2016.
http://www.fnde.gov.br/arquivos/category/125-guias?download=9922:pnld-2017-guia-lingua-estrangeira-moderna

Agenda: XXV Seminario de Dificultades (8 de abril de 2017)


Esta vigésima quinta edición del "Seminario de Dificultades" es una edición especial conmemorativa donde se pondrán presentar trabajos diversos sobre didáctica del español a lusohablantes.

Local: Colegio Miguel de Cervantes (São Paulo, barrio de Morumbi)

fecha del evento: 8 de abril de 2017.

inscripciones de ponentes: hasta el 31 de enero de 2017
inscripciones de oyentes: hasta el 20 de marzo de 2017


3 oct. 2016

I Concurso de relato breve para estudiantes de "Ensino Fundamental II" de español de todo Brasil



El Colegio Miguel de Cervantes de São Paulo, en colaboración con la Consejería de Educación de la Embajada de España en Brasilia,lanzan este Concurso con interesantes premios, incluyendo viajes a España.

El plazo de admisión de trabajos finalizará el 10 de marzo de 2017.

Informaciones adicionales en http://goo.gl/DWvrF8

23 sept. 2016

A MP 746 e o futuro do ensino de espanhol no Brasil


"Art. 13. Fica revogada a Lei nº 11.161, de 5 de agosto de 2005" (grifo meu).  Este foi um dos elementos que vimos ontem na  divulgação da Medida Provisória 746 que traz alterações importantes no ensino no Brasil (ver página 1 e  página 2 da MP publicada hoje no D.O.U.).

Dessa forma, a lei 11.161 foi extinta pela caneta do novo presidente do Brasil, via medida provisória (MP), e tem valor imediato para alterar a LDB e outros documentos importantes da educação nacional, mas, o que pode significar essa mudança na prática para os professores de espanhol?

Vamos por partes. 

Segundo a mesma MP, agora será obrigatória a língua inglesa no ensino fundamental e médio, como podemos ver a continuação na reformulação por dita MP dos artigos 26 e 36 da LDB:

Art. 26 - § 5º No currículo do ensino fundamental, será ofertada a língua inglesa a partir do sexto ano.

Art. 36 - § 6º Os currículos de ensino médio incluirão, obrigatoriamente, o estudo da língua inglesa e poderão ofertar outras línguas estrangeiras, em caráter optativo, preferencialmente o espanhol, de acordo com a disponibilidade de oferta, locais e horários definidos pelos sistemas de ensino.

Um fato preocupante, no meu entender, é que se compararmos a nova redação com o texto do artigo 36 original (da LDB de 1996), poderemos ver claramente que foi aberta uma brecha para que tirem definitivamente a segunda língua estrangeira da grade curricular. Basta comparar os dois incisos, pois não é a mesma coisa dizer “será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição”, que indica obrigatoriedade na redação antiga, que dizer na nova redação “poderão ofertar outras línguas estrangeiras, em caráter optativo...” (os grifos são meus). Sinceramente, essa possibilidade (ou talvez não possibilidade) me deixa muito preocupado, pois a situação económica do país pode ser utilizada para justificar a impossibilidade de oferecimento da segunda língua, deixando apenas, na prática, o inglês nas escolas.

Agora bem. Há já algum tempo que alguns indícios mostravam que a opinião e desejo dos secretários e conselheiros de educação do Consed e CNE parecia ser a de priorizar (apenas?) o ensino de inglês nas escolas (ver aqui).  

Já entendíamos que isso poderia acontecer em qualquer momento, mas como professores de espanhol voltemos para nosso interesse e grande pergunta. O que isso pode representar para o futuro do espanhol nas escolas brasileiras e para nossa profissão?

Posso estar equivocado, mas, diretamente, a revogação neste momento da lei 11.161 (uma lei "estranha" que exigia a oferta obrigatória de espanhol e não seu ensino obrigatório),  não representou grandes mudanças de base na situação atual, mas de fato sim pode trazer esta revogação, indiretamente, várias consequências.

Temos que reconhecer que a situação do espanhol nunca foi muito boa na prática real. Nos últimos anos os gestores de educação municipais quase extinguiram o ensino de espanhol no segundo segmento do ensino fundamental (sexto a nono ano escolar). Por outro lado, a situação no ensino médio é bastante variável, mas salvo casos pontuais, o trabalho com a língua espanhola também deixa bastante a desejar. Não por culpa dos professores, mas sim por causa “do sistema” que não contrata professores suficientes, não investe em formação e não estimula um ensino regular da língua nos três anos do ensino médio. Vejam as duas referências que deixei no final deste post, que discutem e mostram uma parte dessa situação. 

Por uma série de fatores objetivos e subjetivos, as línguas estrangeiras (adicionais) nunca foram bem consideradas na escola pública, nem o inglês e muito menos o espanhol. As carências no ensino de línguas na educação básica ficaram evidenciadas com a chegada do Programa Ciência sem Fronteiras e a necessidade urgente de tentar encontrar vias para potenciar o ensino de línguas e a proficiência mínima necessária dos bolsistas desse programa que em grande número viajaram para o exterior. Alguns projetos estaduais e nacionais foram estabelecidos e brindaram seus resultados para contornar a situação, mas não tiveram a abrangência e profundidade para mudar o quadro nacional calamitoso de desrespeito com as línguas estrangeiras na educação básica. 

Na situação existente em que muitos perguntam: inglês ou espanhol, inglês + espanhol ou apenas inglês? não podemos ignorar que muitos alunos, diante das dificuldades para aprender uma língua estrangeira (adicional) na escola optam pelo espanhol na prova do ENEM, como podemos ver no infográfico a continuação.


No site do INEP não existem ainda dados disponíveis do ENEM de 2015, mas a situação não deve ser muito diferente da que aparece neste gráfico. Em síntese, a procura pela língua espanhola no ENEM é maior que a do inglês. Dessa forma, seria inacreditável que os gestores de educação tenham intenção de minimizar, ainda mais, a presença da língua espanhola nas escolas públicas brasileiras.

Em outras palavras, o inglês é muito importante, sem dúvidas, mas o espanhol também é de interesse e de necessidade para os alunos brasileiros. A política, por isso, não deveria ser apenas de priorizar uma língua estrangeira eliminando outras. Deveria ser a de valorizar as línguas estrangeiras (adicionais) criando as condições necessárias para estimular seu estudo e domínio funcional. 

Parece que virão outras mudanças importantes na legislação educacional, com possível incidência indireta, como já foi dito acima, sobre a situação do espanhol. Uma delas é o incremento gradual da carga horária total no Ensino Médio e a presença de itinerários formativos específicos, com um deles sendo voltado para a área de linguagens. Isto nos motiva para pensar e perguntar se nas escolas, principalmente as que cheguem a oferecer o ensino em periodo integral, não serão abertas novas possibilidades para uma presença maior da(s) língua(s) estrangeira(s)? 

Nesse aspecto, vale lembrar que a lei 11.161 restringia o ensino da língua espanhola na rede pública para apenas o horário regular, mas para os alunos da rede particular permitia várias possibilidades para seu estudo.  

São sobradamente conhecidas as vantagens que têm para os alunos o domínio de uma ou mais línguas diferentes da materna e, no caso do conhecimento de espanhol, a língua de nossos vizinhos, também se favorece a integração regional e serve até para ter uma consciência maior da própria língua materna, o português. 

Outros elementos que aparecem na medida provisória e nas apresentações realizadas pelo MEC sobre o lançamento da MP, também poderiam incidir na maior ou menor presença da nossa língua e de outras línguas estrangeiras nas escolas e também deixam dúvidas ou incertezas como o que pode acontecer, por exemplo, com os professores, os materiais utilizados (o PNLD), a prova de espanhol no  ENEM, e outros assuntos, mas devemos aguardar e seguir com atenção todo este processo. Por outro lado, o conteúdo da Base Curricular Comum Nacional (BNCC), em preparação, e seu papel no ensino das línguas estrangeiras (adicionais), também deve ser de nosso interesse e atenção neste novo panorama.

Dois comentários adicionais:

Para ilustrar um pouco mais este assunto, sugiro ler a análise geral feita pela CNTE sobre esta MP.  

Por último, acho conveniente dizer que, neste momento, no portal E-cidadania do Senado Federal existe uma consulta pública aberta sobre esta Medida Provisória 746/2016, na qual você pode votar a favor ou contra até o final de sua tramitação no Congresso que pode ser até máximo 120 dias, mas pode acontecer antes. Visite o portal e-Cidadania e vote sobre este tema aqui

+++
ABIO, G. Una opinión personal sobre los cambios experimentados en la función del profesor desde la “Ley del español” de 2005. Blog de Gonzalo Abio- ELE, 18 de abril de 2013. 

BARROS, C.; COSTA, E.; GALVÃO, J. (Orgs.). Dez anos da "Lei do Espanhol" (2005-2015). Belo Horizonte: Viva Voz/FALE, UFMG, 2016. http://150.164.100.248/vivavoz/data1/arquivos/Espanhol.pdf 

Inglês ou espanhol no ENEM? Saiba que língua estrangeira escolher. Blog do MISSU, s/d.
http://blog.missaouniversitario.com.br/ingles-ou-espanhol-no-enem-saiba-que-lingua-escolher/

Texto da proposta de Medida Provisória divulgada originalmente em 22-09-2016. http://estaticog1.globo.com/2016/09/22/mp-novo-ensino-medio.pdf

MEDIDA PROVISÓRIA No- 746, DE 22 DE SETEMBRO DE 2016 (publicado no D.O.U. em 23-09-2016) [página 1] [ página 2]

Texto da lei 11.161, de 5 de agosto de 2005.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11161.htm

Sitio web da Base Nacional Curricular Comum (BNCC)
http://basenacionalcomum.mec.gov.br


9 sept. 2016

El abucheo

Abuchear es, según el DRAE, cuando un auditorio o muchedumbre manifiesta su inconformidad contra una persona por medio de murmullos, ruidos o gritos. La definición de abucheo, por su parte, pueden verla de forma clara y ejemplificada en la Wikipedia. Tanto uno como otro, son ejemplos de un verbo y acción muy presentes en la vida actual de los brasileños.

Pensando que mis alumnos tal vez no conozcan cómo se dice en español ese término tan de moda (vaiar, vaia, en portugués), he preparado una ficha con tres breves textos periodísticos, que me parece que podrán ser útiles en ese sentido y que pueden servir también como base para una discusión, intentando que sea lo más equilibrada posible, sobre temas como educación, sociedad, cultura, deportes y política, entre otros.

La idea es que la hoja se doble en dos por la línea vertical, de forma que los alumnos lean primero el texto 1, antes de ver el otro lado con el segundo texto y la actividad sugerida.

Es muy recomendable que antes de hacer esa actividad productiva que se propone al final de la segunda columna, los alumnos lean el tercer texto, aunque lo más probable es que ya estén motivados para ello, debido al sugestivo título que tiene.

La comprensión de los tres textos no debe tener dificultades para un estudiante con un nivel A2, pero la producción probablemente será mejor aprovechada a partir de un B1.

Bien, aquí está la propuesta, a ver qué les parece.



hinchas =  torcedores (hinchada o fanaticada = torcida)

7 ago. 2016

Todas las ediciones del Anuario Brasileño de Estudios Hispánicos ahora en Internet


!!Gran noticia!!. La Consejería de Educación de la embajada de España en Brasil ha terminado de digitalizar los números que faltaban y ahora están disponibles para su descarga todas las ediciones del  Anuario Brasileño de Estudios Hispánicos (ABEH) en http://www.mecd.gob.es/brasil/publicaciones-materiales/publicaciones/ABEH.html

Infografías sobre cada deporte de los Juegos Olímpicos de Río 2016

Previo a los Juegos Olímpicos de Río 2016, en muchas escuelas brasileñas se ha hecho algún tipo de trabajo sobre ese tema, pero sospecho que con mayor o menor grado de profundidad, deben tratar principalmente sobre aspectos históricos y tal vez sobre la vida de algún deportista famoso.

Ahora, la mayor parte de las atenciones del mundo están en la realización del mayor certamen deportivo del planeta y en las proezas que veremos hasta el 18 de septiembre, día en que terminan las actividades de los deportes paralímpicos.

¿Por qué no aprovechamos el interés y seguimos trabajando sobre los temas deportivos, ahora con mayor profundidad o desde otro ángulo y en la lengua o lenguas extranjeras que se enseñan en la escuela?

En el blog dedicado a infográficos para la educación, el año pasado mostramos algunas posibilidades de trabajo con los pictogramas de los deportes olímpicos en español o en inglés [ver aqui], pero se puede ver y hacer mucho más.

Por ejemplo, el sitio web español Mundo Deportivo ha creado infografías con detalles sobre cada deporte olímpico. Este es el primero de los deportes, en orden alfabético, donde aparecen informaciones sobre las diversas modalidades del atletismo.


Para ver ampliado haga clic aquí.

Pueden ver también que están señalados los días y el local en que se competirá en ese deporte.

Si navegan por los pictogramas azules que están en la parte superior podrán llegar a las infografías correspondientes a cada deporte. Como son 35 deportes, hay para todos los gustos.

Básicamente, los alumnos puedes navegar y escoger uno o dos para presentarlo en español a sus colegas, pero las posibilidades de trabajo son enormes. Pueden hablar también sobre cuál deporte escogerían para practicarlo si tuvieran oportunidad, tratar sobre la ética en el deporte, la tecnología, el esfuerzo necesario para llegar a ser un atleta de alto rendimiento, etc.

En una etapa de producción posterior pueden investigar sobre la vida de atletas famosos y elaborar esquemas o infografías diversas sobre ellos, sobre la situación de cada deporte en el municipio o estado, etc.

Como ven, son muchas posibilidades y hay que aprovechar el interés que existe en este momento para entusiasmar e incentivar el conocimiento lingüístico desde un tema transversal como este.

5 ago. 2016

La natural curiosidad humana y nuestras clases


En la edición de hoy del periódico chileno El Mercurio ha sido publicado un artículo de divulgación científica que nos hace pensar sobre la importancia de incentivar la curiosidad natural de las personas.

Aunque no sea un artículo dirigido específicamente a los docentes, al leerlo me he puesto a pensar en si estimulamos o no la curiosidad de nuestros alumnos en nuestras clases o cómo pudiéramos hacerlo mejor.

Pensemos sobre eso, pues en realidad, las preguntas que lanzamos en sala de aula y nuestras actitudes mostradas podrán ser un motor incentivador para que los estudiantes vean e indaguen buscando las respuestas a las cosas que están más allá de lo que observan y entienden ahora, o se queden solo en justo lo que tienen que saber para pasar la prueba.

Por ejemplo, estoy seguro que por detrás de cada joven participante en la Feria de Ciencias de Google de este año, ya sea un ganador de premios o no,  hay un joven curioso y también un profesor incentivador de su curiosidad.

¿Antes de pedir que lean el texto didáctico o literario, estimulamos su lectura, la contextualizamos, damos un avance, brindamos las ayudas necesarias o simplemente pedimos que lo estudien "porque sí", sin más ayuda o incentivo a la curiosidad?

También, si muestras entusiasmo y placer en leer y aprender más, probablemente transmitirás  el mismo entusiasmo y ansias a tus alumnos, pero es verdad que hay ciertas preguntas que pueden despertar la curiosidad y otras no ¿Estás de acuerdo con eso?

Buena, sin más, como ya debes estar curioso, leamos el pequeño texto:


Para ver el texto original haz clic en este enlace: http://impresa.elmercurio.com/Pages/NewsDetail.aspx?dt=2016-08-05&dtB=05-08-2016%200:00:00&PaginaId=8&bodyid=1 (5 de agosto de 2016).

1 jul. 2016

Edmodo para mi nuevo curso

Por muchos años he usado las wikis de Wikispaces con mis grupos de alumnos que estudian en la modalidad presencial en una universidad brasileña para ser futuros profesores de español. Antes, yo usaba esas wikis en su versión clásica y abierta para todos, pero en los dos últimos semestres he optado por la versión classroom (sala de aula), que facilita en cierta medida la organización de las actividades realizadas durante el curso al imprimirle un cierto orden cronológico vertical al desorden que tienden a generar las tecnologías con flujo de comunicación predominantemente horizontal, como es este caso.

Como esos futuros profesores ya habían conocido en el semestre anterior el trabajo y posibilidades con las wikis, ahora, al inicio de este primer semestre de 2016 en julio. - sí, no es que hayas leído mal, ese retraso se debe a las huelgas que pararon la educación pública en diversas ocasiones-, he querido mostrarles y trabajar con ellos con otra opción que sea también fácilmente disponible para cualquier profesor que enseñe en las escuelas.

Con ese objetivo en mente, estuve mirando Schoology y Edmodo como posibles candidatos a LMS que sirvan como eje principal del curso.

En primer lugar, busqué algunas comparaciones existentes en la red como esta de Paz Bartolomé en Profeland "Edmodo frente a Schoology", así como este comentario en el blog "Menores en Red". 

Después de leer los comentarios y pensar en lo que deseaba hacer en el curso, concentré mi mirada en Schoology, pero me contuve un poco y terminé abriendo una sala para un curso igual en los dos LMS para poder compararlos mejor.

Como mi universidad no estaba registrada en Schoology tuve que abrir una solicitud de inserción en la lista de instituciones existente y ya estaba medio desanimado, porque el mensaje automático recibido decía que la autorización podía demorar hasta cinco días hábiles, pero me llevé una sorpresa agradable cuando recibí el mensaje de aceptación en poco menos de dos horas. En Edmodo sí aparecía mi universidad en la lista. En los dos casos vi con satisfacción que había un relativamente elevado número de universidades e institutos tecnológicos federales brasileños, que supongo que los utilizan como alternativas al Moodle

La preocupación de los administradores de Edmodo por preservar el carácter educacional de esa plataforma me causó una buena impresión, pues me fue solicitada una gran cantidad de informaciones con el objetivo de verificar  si yo era realmente un profesor y trabajaba en esa institución educativa. El aviso de que la verificación había sido positiva también me llegó en pocas horas.

Voy a ser sincero, tanto Schoology como Edmodo son muy parecidos en su estructura y posibilidades de trabajo, mezclando elementos de LMS y de red social, pero he podido percibir en un primer momento el porqué Edmodo acumula tantos comentarios favorables de profesores y alumnos. Es que la primera impresión que causa es que se parece mucho con Facebook, una red social ampliamente conocida y usada por muchos.  El parecido no es solo en su aspecto visual, pues también se hace extensivo a la lógica del trabajo en grupos, a los avisos y al grado configurable de visibilidad de los archivos subidos, entre otros aspectos. Por eso es tan familiar a sus usuarios.

Confieso que casi que solo por ese parecido es que me he decantado por Edmodo, y con él comencé ayer mi nuevo curso con los grupos de futuros profesores más avanzados que tengo, mientras que con los del semestre inferior mantengo mis wikis. De esa forma podrán conocer las dos posibilidades, con sus virtudes y defectos.

Ya les contaré cómo van las cosas, pero en un primer momento pude percibir que para la navegación a través de los smartphones con Android era mucho más fácil hacerlo por medio del aplicativo específico de Edmodo que por el navegador web.

Yo, que estoy acostumbrado al uso de las wikis, donde la colaboración es la premisa de trabajo principal y la mayor ventaja es la de poder integrar textos y contenidos diversos en las páginas wikis fácilmente editables, reconozco que me sentí un poco limitado al inicio, pues para hacer documentos colaborativos con Edmodo tuve que ir a aplicaciones de terceros, como los documentos de Onedrive o Google drive. Es verdad que está integrada a la plataforma esa posibilidad de uso, pero eso es algo para pensar bien en qué necesito y cómo usarlo.

Reconozco que Edmodo parece ser muy conveniente para organizar grupos de escolares no universitarios. Mi duda es con su empleo en la educación universitaria, aunque no puedo perder de vista que lo hacemos para que los futuros profesores vean y entiendan en la práctica las posibilidades que ofrece.

Aunque puede haber un desafío inicial para entender el uso de la herramienta y todas sus posibilidades, lo más importante es en realidad entender cómo sacarle el jugo para utilizarlo de una forma pedagógica que sea interesante y satisfactoria para todos, - el profesor y sus alumnos-, y que no se convierta en un uso aburrido, como ya estamos acostumbrados a oír con LMS antediluvianos como el Moodle

En otras palabras, cómo ecuacionar los clásicos principios pedagógicos de siempre, -tanto de lo presencial como de lo virtual, según palabras de Lorenzo García Aretio-, para tener un resultado provechoso y significativo en este nuevo curso, es el reto principal que tengo ahora, además de terminar de preparar el curso según los intereses de sus participantes, como acostumbro hacer en mi disciplina que tiene un alto contenido práctico.


Fuente: Pedagógicamente, ¿cambia algo Internet? (Blog de Lorenzo García Aretio, 22-06-2016).

Ayer, a la hora del registro inicial de los alumnos en Edmodo, que fue bien fácil con el código generado por el sistema para el grupo específico de la disciplina que creé, ya tuve un pequeño encontronazo con un par de futuros profesores que me preguntaron si podían no poner su e-mail en el registro en el sistema "para no tener que recibir mensajes del curso". Les expliqué que sí era posible, pero en ese caso tendrán que entrar con frecuencia para enterarse de los avances en el curso. Los rostros no parecían muy felices, pero por suerte esa impresión no fue evidente en los demás alumnos.

En el análisis que haga durante el desarrollo del curso tendré que ver cómo esos aspectos individuales diferenciales  repercuten en las opiniones y desempeño final de los participantes, pues es largamente conocido que puede haber diferencias en los resultados y el aprovechamiento en los cursos mediados por las tecnologías, en dependencia de las concepciones, actitudes y niveles de competencia de sus participantes.

Bueno, para comenzar este periplo educativo con Edmodo dejo a continuación algunas referencias iniciales a los posibles interesados en este tema.

ABREU,  Kelvya Freitas; OLIVEIRA,  Francisco Kelsen de. O uso do Edmodo como ferramenta educacional nas aulas de língua espanhola. Revista Semirárido De Visu,  v. 3, n. 1, p. 34-43, 2015.
http://periodicos.ifsertao-pe.edu.br/ojs2/index.php/revista/article/view/126

CAVALCANTE, Higor Miranda; FERREIRA FILHO, Antonio Antunes; CASTELA, Greice da Silva. Integrando curtas-metragens e a rede social Edmodo em aulas de língua espanhola: experiências de docência do PIBID. Revista Ensino & Pesquisa, v.13 n.01 (suplemento), p.79-93, jan/jun 2015. [link]

CASTELA, Greice da Silva; GRANETTO, Julia Cristina. Letramento digital via web 2.0: o uso da rede social Edmodo nas aulas de língua espanhola. Revista SURES, Foz do Iguaçu, v.1, n. 4, p. 1-15, 17 jan. 2014. [link]

GIMENEZ,  Telma; RAMOS,  Samantha Gonçalves Mancini. Planejamento e implementação de curso online como atividades de estágio curricular na área de inglés. Ilha do Desterro,  n. 56, p. 101-131, jan/jun. 2014.  [link]

GOMES,  Conceição Malhó. Edmodo: uma plataforma educativa para explorar. In: CARVALHO,  Ana Amélia A. Apps para dispositivos móveis: manual para professores, formadores e bibliotecários. República Portuguesa, Ministério da Educação, 2015, p. 91-103. [link]

GÓMEZ MUÑOZ,  Guillermo. EDMODO o cómo gestionar la clase comunicativa de forma fácil y eficaz. In: XXII Congreso Internacional de la ASELE  "La Red y sus aplicaciones en la enseñanza-aprendizaje del español como lengua extranjera". Valladolid, 2011, p. 663-674.  [link]

22 jun. 2016

Agenda: Inscripciones abiertas para el Programa Virtual de Formación para Profesores Brasileños de Español. Instituto Caro y Cuervo.


El Grupo Coimbra de Universidades Brasileiras y el Instituto Caro y Cuervo tienen el placer de anunciar la abertura de inscripciones hasta el día 10 de julio de 2016 para el Diplomado en Pedagogía y didáctica para la enseñanza de español como lengua extranjera 2016 ofrecido de forma virtual con una duración total de 120 horas. 

Los postulantes brasileños que sean seleccionados tendrán una reducción importante en el costo total del curso.

Más informaciones en:

1 jun. 2016

Novedad editorial: e-book Panaméricas utópicas: A institucionalização do ensino do espanhol no Brasil (1870-1961)


Fruto del trabajo de investigación realizado por Anselmo Guimarães para su maestría ha sido publicado por la editora UFS el e-book gratuito Panaméricas utópicas: A institucionalização do ensino do espanhol no Brasil (1870-1961).

Esa obra puede ser descargada desde el sitio web de la editora. Para bajar el libro hay que seguir el mismo camino que si fuese realizada una compra, pero una alternativa puede ser bajarlo directamente desde aqui.

Mis felicitaciones al autor.

Llega Guadalingo. Un videojuego para aprender español

Principalmente de la mano de académicos entusiastas como James Paul Gee, Marc Prensky y Jane McGonigal sabemos que los videojuegos pueden ser de gran ayuda en el aprendizaje en general y también en el aprendizaje específico de lenguas, un área que se conoce en inglés como Digital Game-Based Language Learning (DGBLL).

Por otro lado, no es la primera vez que se dice que los juegos educativos son aburridos cuando los gamers los comparan con los juegos "puros" que están acostumbrados a jugar. Para ahondar un poco más en ese asunto es muy recomendable darle una mirada al post de Oliveira (2016).

De cualquier forma, los videojuegos pueden ser útiles, como un recurso más, principalmente si entendemos la adquisición de lenguas por medio del juego desde un paradigma de sistema adaptativo y complejo. Si quieres saber más, hemos colectado algunas referencias específicas sobre juegos digitales y enseñanza de lenguas en esta página wiki.

Pero bien, el motivo de este post es para comentarles que hoy nos ha llegado el aviso de la editora Edinumen, sobre el lanzamiento de Guadalingo, un videojuego para aprender español hasta el nivel B1.

Este es un proyecto que ha sido cofinanciado por el Ministerio de Industria, Energía y Turismo español y por lo que podemos ver Guadalingo tiene versiones para PC y también para teléfonos móviles.


No puedo comentar si este videojuego comercial general es apropiado para aprendientes brasileños, pues no lo he evaluado todavía, pero de hecho, hay que señalar que el precio que tiene en su oferta de lanzamiento es bastante atrayente. 

Los profesores también pueden descargarlo y pedir un nombre de usuario y una contraseña para probarlo durante un mes, para ver cómo funciona.

Parece muy interesante la posibilidad que tienen los profesores de tutorar el aprendizaje de sus alumnos y crear espacios de aprendizaje dentro de la LMS integrada a Duolingo, así como la posibilidad de seguir itinerarios diferentes. Parece aun más útil si en el curso son utilizados libros didácticos de la propia editora, pero también se puede usar sin el trabajo directo con esos materiales.  

Todo esto indica que puede ser una herramienta de aprendizaje útil y configurable, con posibilidades de adaptación al tipo de alumno y curso, pero como ya dije, es necesario verlo con más detalle con atención especial a su uso con nuestros alumnos brasileños.

26 may. 2016

Novedad editorial: e-book 'Dez anos da "Lei do Espanhol" (2005-2015)'


Un interesante e-book por motivo de los diez años de la "ley del español" (lei 11.161), que muestra el estado actual de la enseñanza de la lengua española en la educación básica brasileña:
 
BARROS, Cristiano; COSTA, Elzimar; GALVÃO, Janaina (Orgs.). Dez anos da "Lei do Espanhol" (2005-2015). Belo Horizonte: Viva Voz/FALE, UFMG, 2016. http://150.164.100.248/vivavoz/data1/arquivos/Espanhol.pdf 


19 may. 2016

Agenda: III CBTecLE - Congresso Brasileiro de Línguas Estrangeiras na Formação Técnica e Tecnológica


III CBTecLE -  Congresso Brasileiro de Línguas Estrangeiras na Formação Técnica e Tecnológica

tema central: “Ensino de Línguas Estrangeiras nos Cursos Técnicos e Tecnológicos: Importância para o Desenvolvimento das Competências do Profissional”

local: Centro Paula Souza, Santa Ifigênia - (próximo a la estación de metro Luz), São Paulo- SP.

fecha: 20 y 21 de septiembre de 2016

Sitio web del evento: http://www.cbtecle.com.br

11 may. 2016

Actividad de lectura - Hacha antigua de piedra

Hoy he estado pensando en mis alumnos, futuros profesores de español que estudian en la Universidade Aberta do Brasil y que en los próximos días comenzarán una etapa mas de dar clases en diversas escuelas como parte de sus prácticas obligatorias.

Entre ellos, y también entre los profesores que ya trabajan, no es incomún escuchar la queja genérica de que faltan materiales. Sabemos que esa queja es antigua y que pudiera hasta ser echada abajo de forma bastante fácil si pensamos en la enorme cantidad de libros didácticos específicos para la enseñanza de ELE a los brasileños que se han publicado por editoras nacionales o foráneas.

El problema no es que no existan los libros o que no tengan esas obras en sus manos cuando las deberían tener, - aunque de hecho, muchas veces no se tienen en las escuelas por las causas más diversas-, pero creo que el problema es mucho más multifacetado o complejo que eso.

Es que si pensamos en la facilidad que hay en la actualidad para buscar informaciones en Internet sobre temas de interés entre los que se deben trabajar en la escuela, parece que no cuesta mucho elaborar materiales que apoyen las clases y que sean factibles para las condiciones que cada profesor tenga, pero también hay que imaginar que muchas veces el docente no cuenta con tiempo suficiente, a lo que se suma también la posibilidad de que puede no sentirse suficientemente seguro en sus competencias lingüísticas o pedagógicas para elaborar actividades que sean adecuadas para su contexto.

Otra queja bastante común que se escucha es que los libros didácticos son muy complejos para sus alumnos. Creo que de nuevo tenemos ahí un problema con diversas aristas. Las obras aprobadas por el PNLD por lo general no son de poca calidad, todo lo contrario. Lo que pasa es que en la carrera o competición para ser elegidas, esas obras se hacen cada vez más grandes, más diversificadas y complejas, pero a esto se debe sumar que el profesor de lenguas, al igual que los profesores de otras disciplinas, dificilmente trabajan en condiciones ideales.

La tendencia más reciente de "optimizar" las escuelas públicas muchas veces provoca que ese docente tenga un número aun mayor de alumnos en sus clases, de treinta a cincuenta alumnos, muy lejos de lo que debería ser medianamente adecuado para un trabajo con cierta calidad en una clase de lengua extranjera (adicional).

Pensando en todo eso, decidí preparar alguna actividad de lectura sencilla con alguna noticia de actualidad con un tema que sea posible trabajarlo en la escuela de enseñanza basica.

Al navegar por los periódicos digitales de América Latina a partir de Kiosko.net me he topado con una noticia de hoy que me ha parecido adecuada.

La noticia la vi en un periódico de Colombia y he preparado con ella una actividad muy sencilla de comprensión de lectura que puede contribuir a su vez,  con el estudio y aprendizaje de esa lengua tan próxima para un brasileño.

Las preguntas que elaboramos sirven de guía para trabajar con varias cosas: la habilidad de resumir, de identificar informaciones, de generar inferencias, la lectura de periódicos, los conocimientos sobre algunos géneros textuales, de los heterogenéricos, y también pueden ser un gatillo disparador para conocer más léxico en español de herramientas manuales y más heterogenéricos. También está relacionado con la investigación científica y con disciplinas como la de historia.

Bueno, en resumen, me gustaría saber tu opinión sobre la misma.

Muchas gracias por anticipado por los comentarios que puedas hacer.




6 may. 2016

Rio 2016 - Los Juegos Olímpicos a la vuelta de la esquina




Los Juegos Olímpicos Rio 2016 están a la vuelta de la esquina. Serán del 5 al 21 de agosto, mientras que los Juegos Paralímpicos, donde participan los atletas con discapacidad, se realizarán poco después, del 7 al 18 de septiembre.

Los profesores que enseñan español en Brasil tienen una oportunidad preciosa que no deberían desaprovechar para trabajar con temas deportivos en general o sobre ese certamen tan especial.

El sitio web oficial rio2016.com tiene una versión en español donde podrás encontrar infinidad de materiales útiles en un menú lateral izquierdo que trae noticias, descripciones y datos de cada deporte, países participantes, etc., como también un  menú inferior en la misma página con muchas informaciones adicionales.

Siempre que sea necesario puedes comparar esas informaciones en español con los originales en portugués.

No te puedes perder las clases digitales especialmente preparadas para cada tipo de público interesado (coordinadores pedagógicos, profesores, tutores, etc.), que podrás ver por medio de un registro previo. Por ejemplo, el profesor de educación física encontrará una guía escolar paralímpica y  otra guía con ideas para practicar los diversos deportes en la escuela, así como informaciones de cada grupo de deportes (de precisión, de combate, de invasión, de golpes, de marca, de interacción con la naturaleza y, por último, los deportes estéticos y rítmicos). Interesante, ¿no es verdad?

El tema transversal de los deportes es un campo fértil para la realización de proyectos interdisciplinarios escolares con diversos  grados de duración, interacción y profundidad, de acuerdo al nivel educacional de los estudiantes.

Una posible forma de iniciar el tema es una sugerencia de actividad que preparé un año atrás tomando como base los pictogramas (aquellos íconos que identifican cada deporte) y sus nombres correspondientes, tanto en inglés como en español (ver Pictogramas dos Jogos Olímpicos de Rio 2016), pero es evidente que las alternativas de trabajo son numerosisimas.

Por ejemplo, tal vez quieras introducir a los alumnos al tema con noticias referentes al evento como las que ya circulan sobre el encendido de la antorcha en Grecia y el recorrido que está haciendo en este momento por diversas ciudades de Brasil antes que sea encendida la pira en el estadio de Maracaná el 5 de agosto (ver El fuego Olímpico ya brilla sobre la antorcha de los Juegos Rio 2016). Como podrás constatar, el propio sitio web oficial es un excelente medio de información sobre todo lo relacionado con ese certamen deportivo.

Una recomendación es que no dejes de ver la videoinfografía sobre la ruta de la antorcha olímpica. Dura solo un minuto y poquito, y tal vez sea un buen material disparador del tema y hasta sirva para revisar un poco los conocimientos de geografía física sobre este enorme país.

Y hablando de videos, el Comité Olímpico Internacional (COI) ha lanzado el video oficial de los Juegos Olímpicos "Juntos cambiamos el mundo" con la voz de Paz Vega en su versión en español. La versión en inglés es narrada por la actriz Uma Thurman y la versión en portugués trae la voz de Taís Araújo.

Puedes escoger en el menú superior en qué lengua quieres ver el sitio web y los videos correspondientes. Vale mucho la pena también tomarse un tiempo para ver y leer en la clase los relatos de paz que aparecen bajando esa misma página. De cualquier forma, aquí les dejo los enlaces directos a cada video en cada lengua [en español] [en portugués] o [en inglés].

Bueno, si puedes, comparte con nosotros las actividades que hagas sobre este importante tema y evento para que todos podamos conocerlas también.

25 ene. 2016

Letras de canciones de Efecto Pasillo

¡¡Una musica para energizar este lunes!! Tiembla la tierra, de Efecto Pasillo, la banda canaria de más éxito en este momento.



Efecto Pasillo es una de las bandas más exitosas del pop español. “Tiembla la tierra” salió publicado a finales de junio y se mantiene semana tras semana en los primeros puestos de la lista oficial de venta de álbumes. Con sus dos últimos discos han realizado más de 200 conciertos en grandes aforos en España y actuaciones en México, Colombia, Ecuador, Inglaterra, Suiza e Italia. Con sus singles han alcanzado el nº1 en las principales radios musicales y plataformas digitales, y suman 60 millones de visitas en Youtube. La banda grancanaria continúa con su prometedora trayectoria internacional y su último disco ha recibido una gran acogida en Latinoamérica.

¿Por qué lo pongo en este blog de enseñanza de ELE? Porque hay que reconocer que estos videos con las letras de las canciones de ese grupo "son un batazo" (una cosa muy útil o buena) para nuestros estudiantes de español. Vean la lista de canciones en el lado derecho de esa página de Youtube.

¡Gracias, Efecto Pasillo! ¡Nuestros alunos y los profes agradecen!