22 ene. 2017

Agenda: 17° Congreso de Profesores de Español


Evento: 17° Congresso Brasileiro de Professores de Espanhol
Local y ciudad: Universidade Federal do Pará (UFPA), Belém do Pará
fecha: 4 al 7 de julio de 2017. 



Publicadas las actas del Seminario de Dificultades 2016




Han sido publicadas las Actas de XXIV Seminario de Dificultades de la Enseñanza de Español a Lusohablantes "Español Lengua Latinoamericana" con los trabajos presentados en el evento celebrado en São Paulo el 9 de abril de 2016. 

Pueden descargar la publicación pulsando en este enlace.

Los números anteriores están reunidos en la sección de publicaciones de la Consejería de Educación en Brasil. 

Les recordamos que las inscripciones para participar con trabajos en la edición de 2017 de este evento todavía están abiertas [ver página con informaciones del evento aquí].

25 dic. 2016

Libros del PNLD 2017

Por culpa de la MP 746 ha sido eliminada de tajo y por ley la posibilidad de que los alumnos brasileños puedan estudiar español en los años finales de la enseñanza fundamental (sexto a noveno grado).

Es lamentable, y por eso me duele bastante, tener que hacer este comentario sobre los libros de español aprobados para el PNLD 2017, ya que no sé qué pasará con esas obras y con el PNLD en español para ese segmento de enseñanza.

El mercado y los esfuerzos de las editoras deben haberse enfriado con ese jarro de agua fría que se le ha echado encima. Así y todo, creo que vale la pena que los profesores analicen las colecciones de español recomendadas en la Guia del PNLD 2017 y las tendencias que se observan en ellas.

Fueron tres las obras de español aprobadas:



Entre líneas (código 0077P17102) (Editora Saraiva Educação, 1ª edição - 2015)
autoras: Ana Beatriz Mesquita, Luiza Martins y Rosemeire Silva
http://pnld.editorasaraiva.com.br/obra/entre-lineas/

Por el mundo en español (código 0099P17102) (Editora Ática, 1ª edição - 2015)
autores: Alice Moraes, Diego Vargas, Flávia Paixão y Marina Martins
http://pnld.aticascipione.com.br/obra/por-el-mundo-en-espanol/

Cercanía (código 0110P17102) (Editora SM, 3ª edição - 2015)
autoras: Ana Luiza Couto, Ludmila Coimbra y Luíza Santana Chaves
http://pnld.edicoessm.com.br/cercania-espanhol

¿Por qué recomiendo que, aun así,  los profesores en formación inicial o continuada deberían estudiar lo que se dice sobre esas obras en la Guia do PNLD y se preocupen por darle una mirada al contenido y estructura de cada colección?

Porque puede ser que esas obras las puedan ver y utilizar en otros contextos de enseñanza, pero también, porque al analizar los materiales didácticos se podrá percibir cómo cambian y avanzan y cuáles son las tendencias en la producción de ese tipo de obras.

De esa forma, además de los comentarios específicos dedicados a cada colección, me parece muy conveniente que se vean las tendencias de las obras (página 14 de la guía) y los comentarios que están entre las páginas 24 y 32 para que se conozca más sobre la organización, el contenido y las propuestas de trabajo en general que aparecen en ellas.

No dejen de visitar también los hotsites de cada colección pinchando en los enlaces correspondientes que aparecen aquí arriba para que puedan ver algunas unidades de muestra y otras informaciones importantes.

Referencias:

BRASIL.  Ministério da Educação. PNLD 2017: língua estrangeira moderna: espanhol e inglês. Ensino Fundamental Anos Finais. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2016.
http://www.fnde.gov.br/arquivos/category/125-guias?download=9922:pnld-2017-guia-lingua-estrangeira-moderna

Agenda: XXV Seminario de Dificultades (8 de abril de 2017)


Esta vigésima quinta edición del "Seminario de Dificultades" es una edición especial conmemorativa donde se pondrán presentar trabajos diversos sobre didáctica del español a lusohablantes.

Local: Colegio Miguel de Cervantes (São Paulo, barrio de Morumbi)

fecha del evento: 8 de abril de 2017.

inscripciones de ponentes: hasta el 31 de enero de 2017
inscripciones de oyentes: hasta el 20 de marzo de 2017


3 oct. 2016

I Concurso de relato breve para estudiantes de "Ensino Fundamental II" de español de todo Brasil



El Colegio Miguel de Cervantes de São Paulo, en colaboración con la Consejería de Educación de la Embajada de España en Brasilia,lanzan este Concurso con interesantes premios, incluyendo viajes a España.

El plazo de admisión de trabajos finalizará el 10 de marzo de 2017.

Informaciones adicionales en http://goo.gl/DWvrF8

23 sept. 2016

A MP 746 e o futuro do ensino de espanhol no Brasil


"Art. 13. Fica revogada a Lei nº 11.161, de 5 de agosto de 2005" (grifo meu).  Este foi um dos elementos que vimos ontem na  divulgação da Medida Provisória 746 que traz alterações importantes no ensino no Brasil (ver página 1 e  página 2 da MP publicada hoje no D.O.U.).

Dessa forma, a lei 11.161 foi extinta pela caneta do novo presidente do Brasil, via medida provisória (MP), e tem valor imediato para alterar a LDB e outros documentos importantes da educação nacional, mas, o que pode significar essa mudança na prática para os professores de espanhol?

Vamos por partes. 

Segundo a mesma MP, agora será obrigatória a língua inglesa no ensino fundamental e médio, como podemos ver a continuação na reformulação dos artigos 26 e 36 da LDB por dita MP:

Art. 26 - § 5º No currículo do ensino fundamental, será ofertada a língua inglesa a partir do sexto ano.

Art. 36 - § 6º Os currículos de ensino médio incluirão, obrigatoriamente, o estudo da língua inglesa e poderão ofertar outras línguas estrangeiras, em caráter optativo, preferencialmente o espanhol, de acordo com a disponibilidade de oferta, locais e horários definidos pelos sistemas de ensino.

Um fato preocupante, no meu entender, é que se compararmos a nova redação com o texto do artigo 36 original (da LDB de 1996), poderemos ver claramente que foi aberta uma brecha para que tirem definitivamente a segunda língua estrangeira da grade curricular. Basta comparar os dois incisos, pois não é a mesma coisa dizer “será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição”, que indica obrigatoriedade na redação antiga, que dizer na nova redação “poderão ofertar outras línguas estrangeiras, em caráter optativo...” (os grifos são meus). Sinceramente, essa possibilidade (ou talvez não possibilidade) me deixa muito preocupado, pois a situação económica do país pode ser utilizada para justificar a impossibilidade de oferecimento da segunda língua, deixando apenas, na prática, o inglês nas escolas.

Agora bem. Há já algum tempo que alguns indícios mostravam que a opinião e desejo dos secretários e conselheiros de educação do Consed e CNE parecia ser a de priorizar (apenas?) o ensino de inglês nas escolas (ver aqui).  

Já entendíamos que isso poderia acontecer em qualquer momento, mas como professores de espanhol voltemos para nosso interesse e grande pergunta. O que isso pode representar para o futuro do espanhol nas escolas brasileiras e para nossa profissão?

Posso estar equivocado, mas, diretamente, a revogação neste momento da lei 11.161 (uma lei "estranha" que exigia a oferta obrigatória de espanhol e não seu ensino obrigatório),  não representou grandes mudanças de base na situação atual, mas de fato sim pode trazer esta revogação, indiretamente, várias consequências.

Temos que reconhecer que a situação do espanhol nunca foi muito boa na prática real. Nos últimos anos os gestores de educação municipais quase extinguiram o ensino de espanhol no segundo segmento do ensino fundamental (sexto a nono ano escolar). Por outro lado, a situação no ensino médio é bastante variável, mas salvo casos pontuais, o trabalho com a língua espanhola também deixa bastante a desejar. Não por culpa dos professores, mas sim por causa “do sistema” que não contrata professores suficientes, não investe em formação e não estimula um ensino regular da língua nos três anos do ensino médio. Vejam as duas referências que deixei no final deste post, que discutem e mostram uma parte dessa situação. 

Por uma série de fatores objetivos e subjetivos, as línguas estrangeiras (adicionais) nunca foram bem consideradas na escola pública, nem o inglês e muito menos o espanhol. As carências no ensino de línguas na educação básica ficaram evidenciadas com a chegada do Programa Ciência sem Fronteiras e a necessidade urgente de tentar encontrar vias para potenciar o ensino de línguas e a proficiência mínima necessária dos bolsistas desse programa que em grande número viajaram para o exterior. Alguns projetos estaduais e nacionais foram estabelecidos e brindaram seus resultados para contornar a situação, mas não tiveram a abrangência e profundidade para mudar o quadro nacional calamitoso de desrespeito com as línguas estrangeiras na educação básica. 

Na situação existente em que muitos perguntam: inglês ou espanhol, inglês + espanhol ou apenas inglês? não podemos ignorar que muitos alunos, diante das dificuldades para aprender uma língua estrangeira (adicional) na escola optam pelo espanhol na prova do ENEM, como podemos ver no infográfico a continuação.


No site do INEP não existem ainda dados disponíveis do ENEM de 2015, mas a situação não deve ser muito diferente da que aparece neste gráfico. Em síntese, a procura pela língua espanhola no ENEM é maior que a do inglês. Dessa forma, seria inacreditável que os gestores de educação tenham intenção de minimizar, ainda mais, a presença da língua espanhola nas escolas públicas brasileiras.

Em outras palavras, o inglês é muito importante, sem dúvidas, mas o espanhol também é de interesse e de necessidade para os alunos brasileiros. A política, por isso, não deveria ser apenas de priorizar uma língua estrangeira eliminando outras. Deveria ser a de valorizar as línguas estrangeiras (adicionais) criando as condições necessárias para estimular seu estudo e domínio funcional. 

Parece que virão outras mudanças importantes na legislação educacional, com possível incidência indireta, como já foi dito acima, sobre a situação do espanhol. Uma delas é o incremento gradual da carga horária total no Ensino Médio e a presença de itinerários formativos específicos, com um deles sendo voltado para a área de linguagens. Isto nos motiva para pensar e perguntar se nas escolas, principalmente as que cheguem a oferecer o ensino em periodo integral, não serão abertas novas possibilidades para uma presença maior da(s) língua(s) estrangeira(s)? 

Nesse aspecto, vale lembrar que a lei 11.161 restringia o ensino da língua espanhola na rede pública para apenas o horário regular, mas para os alunos da rede particular permitia várias possibilidades para seu estudo.  

São sobradamente conhecidas as vantagens que têm para os alunos o domínio de uma ou mais línguas diferentes da materna e, no caso do conhecimento de espanhol, a língua de nossos vizinhos, também se favorece a integração regional e serve até para ter uma consciência maior da própria língua materna, o português. 

Outros elementos que aparecem na medida provisória e nas apresentações realizadas pelo MEC sobre o lançamento da MP, também poderiam incidir na maior ou menor presença da nossa língua e de outras línguas estrangeiras nas escolas e também deixam dúvidas ou incertezas como o que pode acontecer, por exemplo, com os professores, os materiais utilizados (o PNLD), a prova de espanhol no  ENEM, e outros assuntos, mas devemos aguardar e seguir com atenção todo este processo. Por outro lado, o conteúdo da Base Curricular Comum Nacional (BNCC), em preparação, e seu papel no ensino das línguas estrangeiras (adicionais), também deve ser de nosso interesse e atenção neste novo panorama.

Dois comentários adicionais:

Para ilustrar um pouco mais este assunto, sugiro ler a análise geral feita pela CNTE sobre esta MP.  

Por último, acho conveniente dizer que, neste momento, no portal E-cidadania do Senado Federal existe uma consulta pública aberta sobre esta Medida Provisória 746/2016, na qual você pode votar a favor ou contra até o final de sua tramitação no Congresso que pode ser até máximo 120 dias, mas pode acontecer antes. Visite o portal e-Cidadania e vote sobre este tema aqui

+++
ABIO, G. Una opinión personal sobre los cambios experimentados en la función del profesor desde la “Ley del español” de 2005. Blog de Gonzalo Abio- ELE, 18 de abril de 2013. 

BARROS, C.; COSTA, E.; GALVÃO, J. (Orgs.). Dez anos da "Lei do Espanhol" (2005-2015). Belo Horizonte: Viva Voz/FALE, UFMG, 2016. http://150.164.100.248/vivavoz/data1/arquivos/Espanhol.pdf 

Inglês ou espanhol no ENEM? Saiba que língua estrangeira escolher. Blog do MISSU, s/d.
http://blog.missaouniversitario.com.br/ingles-ou-espanhol-no-enem-saiba-que-lingua-escolher/

Texto da proposta de Medida Provisória divulgada originalmente em 22-09-2016. http://estaticog1.globo.com/2016/09/22/mp-novo-ensino-medio.pdf

MEDIDA PROVISÓRIA No- 746, DE 22 DE SETEMBRO DE 2016 (publicado no D.O.U. em 23-09-2016) [página 1] [ página 2]

Texto da lei 11.161, de 5 de agosto de 2005.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11161.htm

Sitio web da Base Nacional Curricular Comum (BNCC)
http://basenacionalcomum.mec.gov.br


9 sept. 2016

El abucheo

Abuchear es, según el DRAE, cuando un auditorio o muchedumbre manifiesta su inconformidad contra una persona por medio de murmullos, ruidos o gritos. La definición de abucheo, por su parte, pueden verla de forma clara y ejemplificada en la Wikipedia. Tanto uno como otro, son ejemplos de un verbo y acción muy presentes en la vida actual de los brasileños.

Pensando que mis alumnos tal vez no conozcan cómo se dice en español ese término tan de moda (vaiar, vaia, en portugués), he preparado una ficha con tres breves textos periodísticos, que me parece que podrán ser útiles en ese sentido y que pueden servir también como base para una discusión, intentando que sea lo más equilibrada posible, sobre temas como educación, sociedad, cultura, deportes y política, entre otros.

La idea es que la hoja se doble en dos por la línea vertical, de forma que los alumnos lean primero el texto 1, antes de ver el otro lado con el segundo texto y la actividad sugerida.

Es muy recomendable que antes de hacer esa actividad productiva que se propone al final de la segunda columna, los alumnos lean el tercer texto, aunque lo más probable es que ya estén motivados para ello, debido al sugestivo título que tiene.

La comprensión de los tres textos no debe tener dificultades para un estudiante con un nivel A2, pero la producción probablemente será mejor aprovechada a partir de un B1.

Bien, aquí está la propuesta, a ver qué les parece.



hinchas =  torcedores (hinchada o fanaticada = torcida)

7 ago. 2016

Todas las ediciones del Anuario Brasileño de Estudios Hispánicos ahora en Internet


!!Gran noticia!!. La Consejería de Educación de la embajada de España en Brasil ha terminado de digitalizar los números que faltaban y ahora están disponibles para su descarga todas las ediciones del  Anuario Brasileño de Estudios Hispánicos (ABEH) en http://www.mecd.gob.es/brasil/publicaciones-materiales/publicaciones/ABEH.html