29 de abril de 2018

Una lista de referencias sobre educación intercultural y enseñanza de lenguas extranjeras


Montaje hecho con imagen tomada de Siete Colores, Aula Intercultural. 2012. 

Esta es una lista con algunas referencias reunidas inicialmente para un trabajo que está en preparación sobre educación intercultural con profesores de español en Brasil. He decidido compartirla aquí porque puede servir también a otros docentes. 

No pretende ser una lista rigurosa o exhaustiva, pero usted puede usar la sección de comentarios que está al final de esta página para recomendar la inclusión de otras referencias que entienda que tienen relación con este tema.

Creo que de esa forma todos podremos contribuir a un mejor conocimiento y trabajo bajo una perspectiva intercultural y de respeto a la diversidad. 

fecha de la última actualización: 19 de febrero de 2019.

REFERENCIAS

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https://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/publicaciones_centros/PDF/delhi_2017/04_alvarez_jilani.pdf

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SOUZA, Laryssa Paulino de Queiroz. Cultura,língua e interculturalidade. Revista A Palavrada, v. 14, n. 1, p. 28-48, 2018. https://drive.google.com/file/d/1lk9ppbM4UqCSSfb8mFtEDryegj5GdIuD/view

TONELLI,  Fernanda. Diálogo Intercultural Online Brasil-Argentina: una propuesta práctica de interacción entre estudiantes adolescentes. In: Seminario Español en Brasil 2018. Consejería de Educación, Embajada de España en Brasil, 2018, p. 73-83. 

https://www.educacionyfp.gob.es/brasil/dam/jcr:033dc091-e8a2-4a8a-8021-2ed57ebfdd4c/seminario2018.pdf

UNIÓN GENERAL DE TRABAJADORES. Libro Blanco de la Educación Intercultural. Madrid: UGT, 2010. http://www.multicultural-schools.eu/?mdocs-file=4300&mdocs-url=false

25 de abril de 2018

La reforma de la enseñanza media y la muerte de la pluralidad lingüística en la educación brasileña.

Me ha parecido muy importante este artículo de Henry Daniel Lorencena SOUZA, "La reforma de la enseñanza media y la muerte de la pluralidad lingüística en la educación brasileña". Recomiendo su lectura a los profesores de español en Brasil.

Se encuentra entre las páginas 175 y 183 de este volumen. Atas do VIII EIIPL - Encontro Internacional de Investigadores de Políticas Linguísticas. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2017. v. 1.

Además, es posible que otros textos presentes en el volumen les sean también de interés.

23 de abril de 2018

Tareas formales y traducción pedagógica en la didáctica de lenguas afines

"Las tareas formales y la traducción pedagógica en la didáctica de las lenguas afines: los pronombres átonos de complemento en los aprendices brasileños" es el título de un artículo muy interesante publicado en el último número de la revista RedELE (núm. 30/2018). Su autor, el profesor-investigador Gregorio Pérez, de la UNILA, defiende la rentabilidad en la didáctica de las lenguas afines de la combinación de tareas formales con el empleo por parte del aprendiz de procedimientos estratégicos de orden contrastivo como son: la traducción pedagógica y la comparación de aspectos símiles y disímiles entre la segunda lengua y la lengua materna. Creo que todos los profesores de español que trabajan con alumnos lusohablantes deberían ver ese texto, pues puede proporcionarles algunas pistas pedagógicas importantes. http://www.mecd.gob.es/educacion/mc/redele/revistaredele.html

17 de abril de 2018

#ficaespanhol. Noticias de Rio Grande do Sul

Reproduzco la noticia publicada en el periódico Correio do Povo (27-03-2018) sobre el paso adelante dado para que la lengua española sea ofertada de nuevo en las escuelas de Rio Grande del Sur.



Esta es la versión online de la noticia "Deputados do RS enviam ofício em defesa do Espanhol no Ensino Médio".

De manera complementaria, creo que todos los profesores de español en Brasil deberían ver esta animación, muy informativa y didáctica, donde podrán conocer un poco más de la historia de la enseñanza del español en Brasil y los motivos por el cual se han movilizado los profesores en el movimiento #ficaespanhol.


Conozco a muchos profesores de Rio Grande del Sur que participan en el movimiento, y a todos les envío mi saludo y buenos deseos, para que los esfuerzos culminen con la permanencia del español por lo menos en ese estado, pero quiero felicitar especialmente a la profesora Natalia Labella, de la UFRGS, que tuvo una gran responsabilidad en la elaboración de ese vídeo.

9 de abril de 2018

Seminario 2018 - Nuevos aires

Profesoras participantes en el 26° Seminario de Español en Brasil observan detalles de la pintura mural en el teatro del Colegio Miguel de Cervantes, sede del evento.

Es el mismo seminario de siempre, con 25 ediciones anteriores, pero esta vigésima sexta edición, realizada el sábado pasado, indica un periodo de renovación y de innovación, comenzando por su cambio de nombre. 

El tradicional "Seminario de Dificultades Específicas de la Enseñanza de Español a Lusohablantes", un nombre kilométrico que conocemos de forma abreviada como "Seminario de Dificultades" , a partir de esta edición pasa a llamarse "Seminario. Español en Brasil", un nombre más corto y adecuado al contexto actual.

Otro cambio es que deja de ser un evento dedicado a un tema específico en cada edición, para quedar ahora abierto a cualquier tema, nucleado alrededor de varias líneas generales. De esa forma, fueron aceptadas propuestas de trabajo de calidad sobre temas diversos.

En resumen, hubo presentaciones para todos los gustos, y por lo que pude observar a ojo de buen cubero, había personas de forma bastante equitativa en cada comunicación o taller simultáneo, lo cual es un indicio de la calidad de cada una de las presentaciones. 

En la programación detallada podremos constatar lo diverso e interesante que fue ese evento. 

Fueron diecinueve comunicaciones, nueve talleres, tres presentaciones breves y tres conferencias. Predominaron los trabajos de carácter práctico, pero sin dejar de lado presentaciones más teóricas, en un balance adecuado que dejó a todos los profesores satisfechos.

Merece una mención especial la conferencia "Replanteando el enfoque comunicativo en la clase de ELE: del enfoque comunicativo al enfoque competencial" , con la cual la profesora Olga Esteve, de la Universidad Pompeu Fabra, de Barcelona, nos obsequió al inicio del evento. 

Con ella hemos aprendido que no es lo mismo trabajar de forma reproductiva que de forma competencial. No es lo mismo instruir que capacitar. Es necesario capacitar al aprendiz para que pueda participar activamente y de forma adecuada en todos los tipos de situaciones comunicativas, inclusive, las nuevas que se le puedan presentar. 

Tres pistas que la profesora Esteve nos ha proporcionado hacen hincapié en el  trabajo con el género textual y no solo con la función comunicativa o la gramática, atender al enfoque por tareas, pero las tareas deben ser contextualizadas, así como ordenar el trabajo en secuencias didácticas mejor que en unidades.

Esa conferencia me ha parecido muy interesante, porque retoma el enfoque por tareas - un viejo conocido-, pero lo lleva a un nivel más avanzado, y a su vez lo actualiza. Si observáramos la BNCC brasileña (Base Nacional Comum Curricular) que está en proceso de implantación en la actualidad, veremos que también se propone en ella el trabajo con base en competencias.  

Pudiera hablar más de lo que vi y aprendí en el evento, pero no quiero alargarme para que el lector no se canse; así y todo, me gustaría invitarlos a que participen en las próximas ediciones, pues creo que es siempre útil reunirnos para intercambiar experiencias y aprender con los demás. Por lo menos yo, he aprendido mucho viendo las experiencias y propuestas de profesores entusiastas que trabajan, tanto en la educación básica como en la universidad.


Ceremonia inaugural del 26° Seminario

Profesora Olga Esteve en la conferencia inaugural

Profesores Caio Miranda y Raquel Barrios en comunicación sobre el uso de minicuentos fantásticos

Profesoras Cibele Alonso y Claudia Galván en taller sobre análisis de libros aprobados por el PNLD

Profesora Jéssyca muestra una experiencia con la canción Latinoamérica, de Calle 13.

Ah, antes que se me olvide, decirles quiero que, como siempre ha ocurrido, el almuerzo y las meriendas  estaban como para chuparse los dedos. Nota máxima para el personal organizador y de apoyo. 

Referencias

Programación detallada del 26° Seminario: https://www.mecd.gob.es/consejerias-exteriores/dms/consejerias-exteriores/brasil/2018/convocatorias/eventos/seminario/programa-detallado.pdf

Actas de los seminarios anteriores (del 2000 hasta la actualidad): https://www.mecd.gob.es/brasil/publicaciones-materiales/publicaciones/SEMINARIO.html

Sitio web de la Base Nacional Comum Curricular (BNCC)http://basenacionalcomum.mec.gov.br

Breve apresentação sobre a Base Nacional Comum Curricular (versão de 2014): https://www.slideshare.net/tabano/referenciais-curriculares-linguagens-alagoas-2014